O presidente do Federal Reserve acusa o que considera uma grave tentativa de intimidação política contra a autoridade monetária mais poderosa do mundo. A declaração, feita neste domingo (11/1), rapidamente ganhou repercussão internacional, pois envolve diretamente o governo do presidente Donald Trump, o Congresso americano e uma investigação criminal de grandes proporções.
Logo de início, é importante destacar que O presidente do Federal Reserve acusa procuradores federais de abrirem uma investigação criminal relacionada à reforma da sede do Banco Central dos Estados Unidos, em Washington. O valor da obra — estimado em US$ 2,5 bilhões — chamou atenção não apenas pelo montante, mas principalmente pelo momento político em que o caso veio à tona.
Além disso, o próprio Jerome Powell confirmou que ele é alvo direto da investigação, algo extremamente incomum para um presidente do Fed em exercício. Historicamente, a instituição sempre operou com alto grau de autonomia em relação ao Poder Executivo, o que torna o episódio ainda mais sensível.
Investigação criminal e o contexto da reforma bilionária
Segundo comunicado oficial divulgado pelo Federal Reserve, a investigação está relacionada ao depoimento prestado por Powell ao Comitê Bancário do Senado, em junho de 2025. Na ocasião, ele explicou detalhes técnicos, financeiros e administrativos sobre a reforma dos prédios do Fed.
No entanto, conforme ressaltou Powell, O presidente do Federal Reserve acusa que a reabertura do tema agora não é coincidência. Pelo contrário, segundo ele, trata-se de uma resposta direta às decisões recentes do banco central em relação à política de juros.
Ainda que reformas em prédios públicos sejam frequentemente auditadas, o que chama atenção neste caso é a criminalização do processo, algo raro quando se trata de autoridades monetárias independentes.

Powell aponta retaliação direta do governo Trump
Em um tom firme, Jerome Powell foi direto ao afirmar que a investigação representa uma retaliação política. Para ele, a ofensiva tem como objetivo pressionar o Federal Reserve a alinhar sua política monetária às preferências do presidente Donald Trump.
De acordo com Powell, O presidente do Federal Reserve acusa que a ameaça de acusações criminais surge justamente porque o banco central se recusou a cortar os juros no ritmo exigido pelo governo.
Essa afirmação elevou o nível do embate institucional, pois sugere uma tentativa explícita de interferência política em decisões técnicas.
O papel do Fed e a independência ameaçada
O Federal Reserve tem como missão central controlar a inflação, estimular o crescimento econômico sustentável e garantir a estabilidade do sistema financeiro. Para isso, sua independência é considerada essencial.
Nesse sentido, O presidente do Federal Reserve acusa que a pressão atual coloca em risco um dos pilares da economia americana: a separação entre política monetária e interesses eleitorais.
Segundo Powell, se o Fed passar a decidir taxas de juros sob ameaça política, toda a credibilidade da instituição pode ser comprometida.
Declarações contundentes aumentam tensão institucional
Em uma das passagens mais fortes do comunicado, Powell afirmou:
“A ameaça de acusações criminais é uma consequência do Federal Reserve definir as taxas de juros com base em nossa melhor avaliação do que será melhor para o público, em vez de seguir as preferências do presidente.”
Com isso, O presidente do Federal Reserve acusa diretamente o governo de tentar usar o sistema judicial como ferramenta de pressão política.
Logo em seguida, ele reforçou a gravidade da situação, levantando um questionamento crucial para a democracia americana.
Política monetária sob pressão política?
Powell foi além ao afirmar que a questão central não é apenas pessoal, mas institucional. Segundo ele, o verdadeiro debate é se o Fed poderá continuar tomando decisões baseadas em dados econômicos e evidências técnicas.
Dessa forma, O presidente do Federal Reserve acusa que existe um risco real de que a política monetária passe a ser conduzida por intimidação, e não por análises econômicas responsáveis.
Esse cenário, caso se concretize, pode gerar instabilidade nos mercados financeiros globais.
Histórico de atritos entre Trump e o Fed
Ao longo do último ano, Donald Trump e aliados intensificaram críticas públicas contra Jerome Powell. O principal motivo foi a resistência do Fed em promover cortes agressivos nas taxas de juros.
Mesmo assim, é importante lembrar que o Fed reduziu os juros em três reuniões consecutivas no segundo semestre do ano passado.
Ainda assim, para Trump, as reduções foram insuficientes. Por isso, O presidente do Federal Reserve acusa que a insatisfação política se transformou em perseguição institucional.
Decisões técnicas versus discurso político
Recentemente, dirigentes do Fed indicaram que novos cortes de juros não devem ocorrer nos próximos meses. A justificativa é simples: os indicadores econômicos não sustentam uma redução adicional neste momento.
No entanto, politicamente, juros mais baixos favorecem governos em períodos eleitorais. É justamente nesse ponto que, segundo Powell, nasce o conflito.
Assim, O presidente do Federal Reserve acusa que a tentativa de interferência tem motivações claramente eleitorais.
Impacto nos mercados e na economia global
A simples possibilidade de interferência política no Fed já provoca reações nos mercados. Investidores, analistas e bancos internacionais acompanham o caso com atenção.
Afinal, O presidente do Federal Reserve acusa algo que pode abalar a confiança global no sistema financeiro americano.
Caso a independência do Fed seja colocada em dúvida, os efeitos podem incluir volatilidade cambial, fuga de capitais e aumento do custo de crédito.
Defesa do serviço público e da integridade institucional
Encerrando o comunicado, Powell adotou um tom de resistência institucional. Ele afirmou que o serviço público exige, em determinados momentos, firmeza diante de ameaças.
Segundo ele, O presidente do Federal Reserve acusa que não irá se intimidar e continuará exercendo o mandato para o qual foi confirmado pelo Senado.
A mensagem final reforça o compromisso com a integridade, a legalidade e o interesse público.
Um precedente perigoso para a democracia americana
Especialistas avaliam que o caso pode abrir um precedente perigoso. Se um presidente do Fed pode ser alvo de investigação criminal por discordar do governo, outras instituições independentes também podem se tornar vulneráveis.
Nesse contexto, O presidente do Federal Reserve acusa não apenas uma injustiça pessoal, mas uma ameaça estrutural ao funcionamento do Estado.
O que vem a seguir?
Agora, o desenrolar da investigação será acompanhado de perto. O Congresso, o Judiciário e a opinião pública terão papel fundamental na definição dos próximos passos.
Enquanto isso, O presidente do Federal Reserve acusa que continuará defendendo a autonomia da política monetária como um bem público essencial.
Conclusão: um embate que vai além de Powell
Em resumo, este não é apenas um conflito entre Jerome Powell e Donald Trump. Trata-se de um embate sobre os limites do poder político e a preservação das instituições.
Por isso, O presidente do Federal Reserve acusa algo que ecoa muito além de Washington: a tentativa de submeter decisões técnicas à vontade política.
O desfecho desse caso poderá redefinir, de forma profunda, a relação entre governo e banco central nos Estados Unidos.
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