Autoridades dos EUA revelaram que foi descoberto um plano para tirar a vida de Lionel Messi

m relatório policial dos Estados Unidos revelou que Lionel Messi esteve entre os principais alvos de ameaças de segurança durante a Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. O documento, que reuniu informações sobre diferentes ocorrências registradas durante o torneio, apontou que o craque argentino foi alvo de ameaças graves, incluindo uma suposta tentativa de ataque durante uma das partidas da seleção argentina. A revelação veio a público depois do encerramento da competição e trouxe à tona uma dimensão pouco conhecida dos bastidores do Mundial.
De acordo com as informações divulgadas, as autoridades norte-americanas precisaram investigar diferentes ameaças relacionadas a Messi ao longo da competição. Em uma das ocorrências, um suspeito teria feito contato com autoridades e ameaçado realizar um ataque durante uma partida da Argentina. O nome do jogador foi citado diretamente como alvo, o que levou as forças de segurança a adotarem medidas preventivas e a realizarem buscas no entorno do estádio. Apesar da gravidade das ameaças, nenhum ataque chegou a ser concretizado e os alertas acabaram sendo tratados pelas autoridades como situações que precisavam ser investigadas imediatamente.
O caso chama atenção porque a Copa do Mundo é um dos maiores eventos esportivos do planeta e mobiliza uma operação de segurança de grandes proporções. Estádios, hotéis, aeroportos e áreas destinadas às torcidas foram monitorados durante todo o torneio justamente pela presença de milhares de pessoas e de atletas de enorme projeção internacional. Messi, por sua importância para a seleção argentina e por sua popularidade mundial, naturalmente recebeu proteção reforçada. Ainda assim, o relatório mostra que mesmo uma operação dessa magnitude precisou lidar com ameaças específicas contra jogadores e outras pessoas ligadas à competição.
Relatório aponta Messi como principal alvo de ameaças
Segundo o relatório policial analisado por veículos internacionais, Messi teria sido o jogador que mais recebeu ameaças durante a Copa do Mundo. Uma das ocorrências mais graves teria acontecido antes do confronto entre Argentina e Jordânia, pela fase de grupos. Um indivíduo teria entrado em contato com autoridades e afirmado que pretendia ir ao estádio acompanhado de outras pessoas para realizar um ataque. Messi teria sido citado nominalmente como um dos alvos, o que provocou uma resposta imediata das equipes de segurança responsáveis pelo evento.
A situação levou a uma mobilização preventiva nas proximidades do estádio, com buscas e procedimentos de segurança destinados a verificar se havia algum risco concreto para jogadores e torcedores. De acordo com as informações divulgadas, as ameaças não se confirmaram e nenhum artefato explosivo foi encontrado. Mesmo assim, o episódio demonstrou a dimensão do risco enfrentado por atletas de grande notoriedade durante um evento internacional. Para as autoridades, qualquer ameaça direcionada a uma estrela como Messi precisava ser tratada com seriedade, independentemente de a pessoa responsável possuir ou não condições reais de executar o ataque.
Segurança foi reforçada durante a Copa do Mundo
O caso envolvendo Messi não teria sido uma ocorrência isolada durante o Mundial. O relatório também registrou outras situações consideradas preocupantes, incluindo ameaças feitas durante a competição e episódios envolvendo jogadores, árbitros e integrantes de delegações. Cristiano Ronaldo, por exemplo, também teria sido alvo de situações que exigiram atenção das autoridades, incluindo uma ocorrência envolvendo uma pessoa que demonstrou interesse em descobrir onde o jogador estava hospedado. Dessa forma, a preocupação com a segurança não ficou restrita à seleção argentina ou ao principal astro do torneio.
A dimensão da operação de segurança pode ser compreendida pelo número de delegações, torcedores e profissionais envolvidos na Copa. Durante semanas, cidades norte-americanas receberam partidas com estádios lotados e intensa movimentação nos arredores. Por isso, ameaças publicadas em redes sociais, mensagens direcionadas a atletas e informações recebidas por autoridades precisaram ser analisadas rapidamente. No caso de Messi, a combinação entre sua enorme popularidade e a presença constante de torcedores argentinos aumentava a necessidade de proteção. A estratégia adotada pelas forças de segurança teve como objetivo impedir que ameaças fossem transformadas em ações concretas.
Ameaças não impediram Messi de disputar a Copa
Apesar dos episódios registrados, Lionel Messi continuou participando normalmente da competição e esteve em campo pela Argentina durante a campanha no Mundial. A seleção argentina chegou à final, mas acabou derrotada pela Espanha por 1 a 0 na prorrogação, resultado que impediu a equipe de conquistar mais um título mundial. O desempenho da equipe e a presença de Messi em uma nova Copa do Mundo fizeram com que o jogador permanecesse no centro das atenções esportivas durante todo o torneio.
A divulgação das ameaças depois da competição muda, de certa maneira, a percepção sobre os bastidores daquela campanha argentina. Enquanto torcedores acompanhavam gols, partidas e decisões dentro de campo, uma estrutura de segurança trabalhava para evitar possíveis incidentes fora dele. O caso também mostra como grandes eventos esportivos podem se tornar alvos de ameaças justamente por reunirem personalidades mundialmente conhecidas e grandes concentrações de pessoas. No caso de Messi, a situação ganhou repercussão ainda maior porque seu nome teria sido citado diretamente em uma das ameaças investigadas.
O relatório divulgado pelas autoridades norte-americanas, portanto, revela uma realidade que normalmente permanece distante do público: a segurança de grandes estrelas do futebol exige planejamento permanente e respostas rápidas a qualquer sinal de risco. Embora nenhum atentado contra Messi tenha acontecido e as ameaças tenham sido neutralizadas ou consideradas sem confirmação concreta, a existência das ocorrências foi suficiente para mobilizar as autoridades durante a Copa. O episódio também reforça o tamanho da responsabilidade envolvida na proteção de atletas que, como Messi, carregam enorme exposição internacional. A revelação só veio depois do Mundial, mas mostra que, enquanto o craque argentino concentrava os olhares dentro do campo, uma complexa operação de segurança era mantida nos bastidores para garantir que sua participação no torneio pudesse continuar sem uma tragédia.




